Nota de Esclarecimento em reposta a militância lgbtq de Poções-Ba

Contra a desinformação e manobras de uma narrativa dissimulada
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Nota de Esclarecimento

A permissão para efetuar matrículas na educação básica, em escolas públicas ou privadas, a partir do nome social foi chancelada em 2018 com uma resolução do Ministério da Educação. A possibilidade foi garantida aos estudantes com mais de 18 anos; os menores de idade ficam condicionados à autorização de seus representantes legais. Tal medida já havia sido antecedida pelo Estado da Bahia que, a partir de resoluções próprias, já reconhecia o direito dos estudantes trans se matricularem nas escolas com seus nomes sociais desde 2013 e na prática, essas legislações servem para impedir que os alunos encontrem dificuldades no processo. No entanto, não existe legislação que criminalize a recusa da utilização do nome social por parte das escolas ou que proíba oposição a tais resoluções por outros grupos sociais. Além disto, ainda tramita no congresso nacional o Projeto de Decreto Legislativo (PDL 520/19), do deputado Dr. Jaziel (PL-CE), que susta a resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE), que autorizou o uso do nome social de travestis e transexuais nos registros escolares da educação básica.


Até onde se sabe, o debate em torno de diversidade de gênero, confusão identitária, disforia de gênero e transsexualidade infanto-juvenil ainda não foi encerrado. Existem fundamentos científicos e evidências empíricas que contrariam as teorias de gênero adotadas pela militância LGBTQ+. Como exemplo podemos citar Bruce e Brian no experimento do Dr. Money, o documentário norueguês Hjernevask (Lavagem Cerebral),  Michele Cretella Presidente da Faculdade Americana de Pediatria, Orley José da Silva e Viviane Petinelli em "Consequências do nome social para a educação brasileira",  Akemi Shiba médica psiquiatra que alerta sobre consequências da mudança de gênero em crianças e jovens - estes dentre outros casos, estudos e artigos, demonstram a falaciosidade do movimento lgbt em sua defesa apadrinhadora da transsexualidade infantil.

Tal movimento militante lgbts especificamente na cidade de Poções-BA tenta arrastar a temática ao seu arrojo religioso de matriz africana onde imputa a outros grupos o descredito na discussão como se o posicionamento contrário de grupos cristãos a 'agenda de gênero' fosse estritamente de cunho religioso mas, todavia afirmamos que não. Somos munidos de suficiente suporte filosófico, moral, social e científico para rejeitar aquilo que chamam de "liberdade para amar e ser amado". 

Porém, infelizmente quem discordar desse movimento é abertamente intimidado e atacado em sua liberdade de expressão e alvo de linchamento midiático por não se adequar à nova ditadura ideológica que essa militância propõe. Apresentando ideias de gênero como algo avançado, que promove a luta contra a discriminação, desigualdade e homofobia, a militância lgbt tenta rotular seus opositores como retrógrados perigosos, preconceituosos e propagadores de discurso de ódio que, motivados por pura maldade se metem na vida alheia atentando contra seus "diretos". E com uma narrativa sensacionalista, distorcem aquilo que não podem impedir ou refutar para então rebater em um espantalho.

E neste caso veicularam em diversos meios que: "Criança transgênero tem casa apedrejada e é impedida de ser chamada pelo nome", tudo, segundo eles, motivado e incitado por um pastor devido em seus áudios ter convocado a comunidade evangélica para acompanhar a apreciação de uma PL que assegura o reconhecimento do nome social. Confira abaixo o áudio de convocação.


Ao ler as matérias veiculadas podemos notar que não há qualquer indicio de "incitação ao ódio". Nos áudios do Pastor Luciano Novais o que ouvimos é o incentivo para que os evangélicos compareçam na Câmara para votação e em momento algum ele incentiva ataques a homossexuais e pessoas trans. Se esse tipo de coisa fosse crime, os movimentos sociais que vivem invadindo a câmara pra pressionar os deputados a votar tudo que é tipo de projeto esquerdista deveriam ser todos criminalizados e presos, afinal, isso pode suscitar ataques diversos e comprometer a segurança alheia. Mas pelo visto, aparentemente só eles podem se organizar e mobilizar pessoas a câmara e pressionar os parlamentares. O que deveria ser direito de todos, é reservado a eles. O estado é laico. Mais só pra eles.

Em reação aos áudios do pastor, a militância lgbt visando influenciar e comover a opinião pública, agora o acusa de ser responsável pelo ódio e ataques dirigidos a criança trans, convenientemente ocorridos sem qualquer evidência além de uma janela quebrada e emotivos relatos de uma mãe e é claro, uma pincelada de especulações militantes que por sua vez imputam uma conduta criminosa aos evangélicos.

O mais intrigante em toda esta história ocorrida no interior baiano, é que a militância lgbts não fornece prova alguma de que o pastor cometeu um crime ou que incitou o ódio. Eles apenas tentam relacionar o discurso dele com o suposto apedrejamento e também não oferecerem qualquer prova de que foi causado por pessoas da igreja, ou que o ato realmente ocorreu. Não é estranho como em pleno ano de 2022, quando todo mundo tem celular pra gravar qualquer coisa, eles não tenham uma única filmagem dos supostos atos criminosos promovidos contra a residência da criança onde houve durante horas por noites seguidas, ataques e ofensas? Enfim, o áudio por sua vez está longe de incitar qualquer ação ilegal uma vez que faz referência ao projeto apresentado como uma "aberração", algo ruim que deve ser inibido e acompanhado para que seja conferido quem o aprovaria e então ficasse evidente e exposto qual o posicionamento político de um legislativo empossado numa cidade onde existe uma representatividade efetiva de evangélicos.
 
Afirmar que o áudio promove exposição do adolescente e de sua família a diversos riscos de violência não passa de especulação caluniosa. Afinal, a comunidade lgbts na cidade jamais sofreu qualquer ataque por parte de cristãos na cidade e já era de amplo conhecimento a identidade civil e social da criança antes mesmo do áudio pastoral ser divulgado. Áudio este que sequer menciona algum endereço ou nome civil. 

Chamar uma PL que alicie e promova transsexualidade infantil de aberração virou crime? Desde quando? A própria PDL 520/19 supra citada argumenta que a resolução em nível nacional não foi devidamente debatida, desconsidera os argumentos contrários ao uso do nome social nas escolas e traz implicações “desastrosas” para a educação. Os deputados avaliam ainda que a resolução integra a “agenda de gênero” que prevaleceu no País nos governos anteriores e que “Nenhuma dessas políticas resolverá, porém, os possíveis e reconhecidos problemas pontuais de indefinição ou confusão identitária”.

Para além disto é consenso entre todos, que, não há problema algum em sugerir que um indivíduo espere uma determinada idade para adotar procedimentos e conclusões, dentre outras situações em que previamente o diálogo, psicoterapia, certeza de auto aceitação e a pacificação familiar sejam necessários visto que, do contrário, algumas resoluções podem ser desastrosas principalmente em fases de imaturidade social, emocional e biológica a tal ponto de se tornarem propulsoras de tendências depreciativas e até suicidas. Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico da American Psychiatric Association, 98% dos meninos e 88% das meninas confusos com seu gênero aceitam o seu sexo biológico naturalmente ao passar pela puberdade. Condicionar a criança e o adolescente à personificação química, cirúrgica e de nome do sexo oposto é condicioná-lo à maior incidência de doenças como câncer e a taxas de suicídio vinte vezes maiores.

O caminho mais fácil e aceitável portanto é aguardar a maturidade para que então seja corroborada tais decisões que jamais devem ser impositivas, tirânicas e arbitrárias. Contudo na contramão disto, miliantes lgbts, buscam influenciar crianças e jovens, colocando em risco a saúde mental e física destes meninos e meninas e é quanto a este aspecto que o pastor Luciano Novais mobiliza sua oposição e como exposto no início deste artigo, ele não está sozinho e ao contrário do que alegam os "gurus da militância", a posição do pastor se vale de argumentos legítimos e sustenta-se em sólidas bases de estudo em esferas tanto sociais quanto jurídicas, biológicas e psicológicas, que apontam as possíveis consequências que essa política trará no curto, médio e longo prazo para a educação. Uma delas é o Estado tomando o lugar das prerrogativas paternas para fazerem com que o desejo da criança e do adolescente sejam atendidos, sejam eles quais forem, não apenas aqueles baseados em apelos emocionais e ideológicos que recheiam o discurso lgbtq+. 

A PL apresentada pela vereadora do "nunca é cedo demais para amar", Larissa Laranjeira (PcdoB) ao qual suscitou a oposição do pastor, invoca o apoio de uma resolução que considera exclusivamente o discurso favorável à implementação do Nome Social nas escolas, porem ignora que tal resolução não conta com o apoio da maioria da população e finge que não existe uma sólida crítica a tais medidas. E no que se refere à confusão de identidade da criança e do adolescente portanto, a solução, encontra-se no adequado tratamento médico e psicológico, como orientado por Associações Médicas nacionais e internacionais, e não na adoção de nome social, o que acentuará as crises psicológicas e sociais desses indivíduos que, por razões diversas mas tratáveis, sofrem transtorno ou disforia de gênero.

Quanto ao artigo do Site Coreto que aponta um apelo sensacionalista de estatísticas tendenciosas alegando que o Brasil é o país que mais mata transexuais no mundo e que os dados levantados por organizações LGBTQIA + no mundo, evidenciam que 33% dos assassinatos contra pessoas trans ocorreram no Brasil, as autoras esqueceram convenientemente de mencionar alguns dados e fatos:
  1. Se filtrar todos os dados criminais, veremos que muitos destes assassinatos de indivíduos trans não estão relacionados a racismo ou transfobia.
  2. O Brasil é o país que lidera muitos rankings de assassinato contra pessoas de diferentes grupos étnicos sociais. Não só de homossexuais e trans. O que não falta na sociedade brasileira é a violência, um dos produtos internos em que o Brasil tem mais abundância. E embora não exista guerra por aqui, há mais mortes violentas por ano do que em muitos países em guerra.
  3. A realidade é muito diferente desse discurso militante onde trans e homossexuais são sempre vítimas. Aliás, ninguém merece mais a etiqueta de preconceituosos, homófobos e transfóbicos do que os próprios militantes lgbts. Se quiser conferir o que é a “bondade” homossexual e trans em ação, experimente ver como muitos desses “apaixonados” tratam seus parceiros: com ciúme doentio, a ponto de agredir e matar por questões mínimas. Noticias a respeito é o que não faltam. Posso trazer centenas de exemplos.
  4. Transgêneros são 58% mais propensos a cometer assassinato do que serem assassinados. E muitas vezes, reportagens e relatórios omitem a “identidade de gênero” [quando o transgênero é o assassino].

E isso estou me referindo aos trans, a ficha dos homossexuais é bem maior. Mas, na terra onde o homossexualismo nada tem a ver com abuso sexual, e onde os homossexuais são sempre representados como vítimas, a verdade não é bem-vinda. Não estou dizendo que leis anti-homofobia não são necessárias ou que os homossexuais não são vítimas que precisam de proteção. Mas a propaganda habitual a favor do homossexualismo, tentando fazer parecer que os homossexuais são sempre as vítimas sintomáticas, na verdade, só existe no discurso deles. Ah! E assassinato de reputação também é algo que eles são especialistas, o recente caso dentre tantos outros demonstra muito bem do que são capazes.

Graduado em História, Pós-graduando em Cultura Afro-brasileira e Bacharelando em Teologia Interconfecional. Cristão de tradição batista, casado com Miriam Lisboa Freire e pai de 3 lindas filhas.
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