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Uma resposta contra as reinvindicações do catolicismo romano sobre o cânon bíblico

Não foi o catolicismo romano que em exclusividade e particularmente discerniu, reuniu, preservou compilou e proclamou os livros do NT. A pr...

Canon

Não foi o catolicismo romano que em exclusividade e particularmente discerniu, reuniu, preservou compilou e proclamou os livros do NT. A primeira vez que de fato alguém nas terras de Roma se pronunciou sobre o NT foi o herege Marcião que por sua vez repudiava o Antigo Testamento, encarnação e a ressurreição de Cristo além de ser um herege gnóstico que por aquelas terras ganhava fama até ser repudiado e refutado por nomes como Justino, Irineu e Tertuliano.


A tarefa de proclamar um canon neotestamentário, no sentido de o discernir e o aceitar, coube a igreja antiga que, católica em sua qualidade, missão e influência mas nunca romana em exclusividade, sob a jurisdição e excelente exposição em grande parte dos orientais e africanos, estabeleceram um reconhecimento aos 27 livros que hoje temos no Novo Testamento, enquanto que os ocidentais sob a jurisdição romana apenas seguiam a regra geral e oficialmente levaram 16 séculos para se pronunciar de forma definitiva e dita infalível.


Hoje nós protestantes reconhecemos, aceitamos, discernimos e proclamamos estes mesmos livros, não apenas dado o testemunho de um generalizado consenso e apoio da igreja antiga, mas devido a intrínseca autoridade e canonicidade que tais livros impõem a si mesmos como frutos do ministério apostólico do primeiro século, guiado, inspirado e revelado pelo Espírito Santo e tendo o próprio Deus como autor e confirmador de sua obra, algo só equivalente ao Antigo Testamento e a mais nenhum outro conjunto literário.

Ainda podemos confiar na critica textual, evidência histórica e análise exegética dos próprios livros, sendo que portanto, dando a tais pontos sua devida e honesta observação, a conclusão sobre a canonicidade e autoridade do NT não é e nunca foi algo particular a Igreja de Roma muito menos de seu aporte exclusivo.

Att: Elisson Freire


Nota: Algumas respostas contra os mais usados sofismas romanistas sobre este assunto pode ser visto neste artigo do Lucas Banzoli (aqui)


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